1. APONTAMENTOS DA N125 E ARREDORES | PARTE 2

    1 - Quem conhece o Algarve sabe que cada cidade guarda o seu desterro. Comunidades que parece viver à margem dos seus co-cidadãos, muitas vezes populações em fuga que encontraram o seu lugar no meio da estranheza. Os Índios da Meia Praia (Lagos) são a sua versão mais mediática. Na foto o sítio da Horta da Areia em Faro, com limites na linha de comboio, ria e porto; ainda rodeados de estações de higiene urbana e espaços industriais em ruína. Uma comunidade alojada provisoriamente ad eternum em barracões de madeira.

    2 - Viajar pela Ria de barco ainda é dos prazeres mais selvagens possíveis no Algarve.

    3 - Vista do Farol na Ilha da Culatra.

    4 - Bairro Ribeirinho de Faro. Ainda popular e em tempos dedicado às actividades marítimas e piscatórias. Tradicionalmente espaço de vida nocturna de Faro, tem ruas com os prédios inteiros devolutos. Por enquanto a reabilitação parece dependente da instalação de hosteis.

    5 - O Paperboy da Ilha de Faro.

    6 - Comemorações dos 125 anos da abertura do ramal ferroviário para Faro.

    PARTE 1

     

  2. Entre 2011 e 2014, o documentário investigou as transformações no Rio de Janeiro por conta dos megaeventos: UPPs nas favelas, remoções forçadas, privatizações de espaços públicos e revoltas populares.

    (Source: stressfm)

     


  3. Conversa com Marta Amaro e João Bento na antiga loja "Pais & Fradinho Lda.", Fundão.


    Loja esta que está a ser ocupada por estes dois fundanenses, no âmbito de uma residência artística, intitulada “Radiografia”, inserida no PASSAGEM, que terá lugar no Festival Cale, nos próximos dias 1, 2 e 3 de Agosto de 2014.


    As perspectivas em torno do panorama cultural e social actual do Fundão, o lugar desta cidade no contexto da Cova da Beira, as memórias de juventude e o voltar de forma pontual e em trabalho à terra mãe. Algumas curiosidade sobre o trabalho que os dois desenvolvem em residência, o arquivo sonoro, a antropologia e a abordagem artística. 


    Uma conversa que deixou algumas questões no ar à qual retomaremos num futuro próximo.

    Podcasts relacionados:

    conversa com Miguel Rainha e Pedro Salvado

    conversa com Fernando Paulouro Neves

     
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  5. OIKONET NA MONOCLE 24: SECTION D

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    Lisbon housing special: Section D travels to two contrasting areas of the city, Bairro da Liberdade and Portela de Sacavem, to examine the legacy of Lisbon’s housing programmes from the past five decades. Plus, we report on housing initiatives pursued by Lisbon City Hall and look at the work of the Oikonet research network.

    Listen here:http://monocle.com/radio/shows/section-d/146/

     

  6. O workshop Oikonet chegou ao fim e, antes da devolução e promoção dos resultados nos locais contemplados, é possível ver protótipos e soluções para o Bairro da Liberdade e Portela no espaço de exposições do ISCTE no piso -1 do edifício novo.

    Todos as propostas estão também disponíveis no blog do workshop:http://oikonet-lisbonworkshop.blogspot.pt/; bem como a evolução das mesmas.

    A Stress foi acompanhando o processo:http://transicoesurbanas.stress.fm/tagged/oikonet/chrono ; também com registo fotográfico:http://photo.stress.fm/tagged/oikonet/chrono.

     

  7. APONTAMENTOS DA N125 E ARREDORES | PARTE 1

    1 - Estrutura de madeira ao “estilo norueguês” que desvenda futuro restaurante da praia do Ancão (financiado pelo QREN!!!!);

    2 - Largo da Igreja do Carmo em Faro em forma aos Domingos recebendo um mercado de produtores locais;

    3 - Casa do Amor, em madeira, pintada de côr-de-rosa com pedra esculpida à porta em forma de coração, num bairro de “gênese ilegal” de Faro;

    4 - Um monumento pós- industrial na Nacional 125;

    5 - Cinema Miranda em Almancil, que acompanha a ruína de determinada forma de estar na cidade nos dias de hoje (já há mais de 20 anos);

    6 - Devoção na EN 125

     
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  9. Um concelho pode não constituir propriamente uma cidade, e esse é definitivamente o caso do Fundão, de maioria rural. Oito mil na cidade e mais de vinte mil nas redondezas, na Cova da Beira, entre serra e vale.

    A aptidão do Fundão é comercial, com apogeu à Segunda-Feira numa romaria de todos os cantos da região para o movimentado mercado. Em contraste, os restantes dias expressam o vazio, em inaugurações pouco concorridas, prédios inteiros para venda e ruas antigas de comércio a trespassar ou para alugar.

    Fica aqui um retrato fotográfico desses lugares:  http://photo.stress.fm/tagged/a%20stress%20na%20cova%20da%20beira/chrono

     

  10. 23 minutos sobre Rap Underground, um documentários sobre a realidade do rap na periferia de Lisboa. Com Primero G, Kilicklau, Chullage, Shaka One, Komikilla, Lowrasta, Kombuta, Fred Mineiro, KBG Squad e Nino Brown.

     

  11. Héctor Mediavilla

    Grande Hotel I

    The Place

    The Grande Hotel was opened in 1955 with the claim to be the most luxurious hotel in Africa. It had an area of 21,000 square meters, more than 130 rooms, an olympic swimming pool, several restaurants and dance halls. Located just 5 hours off Rhodesia, it was the ideal place for the rich neighbours settlers, a spa with all kind of comforts and luxuries. The Grande Hotel ceased to function as such on February 28th, 1963 and eventually became a ghost building.

    At the beginning of the 80’s the public pool, which had been open from the 70’s, was closed and the building gradually began to be squatted by low income families. Today, more than 2,000 people live in the ruins of this majestic hotel with no running water or electricity. A building that has been stripped of its elevators, glass and wrought iron railings. Any piece of the hotel could be sold to raise some money was sold by some of its own people.

    Most of today’s residents of the Grande Hotel come from the northern provinces of Mozambique, from the bush. This rundown hotel is their first stop in Beira, which in the 50’s was a pintoresque bustling city with elegant cafés, international restaurants, luxurious hotels and boutiques with a cosmopolitan glamour.

    This is a photo story about present and past of the colonial megalomania, the failed dreams of the independence process and the basic need of home for every human being.

    Beira, Mozambique

    (Source: darksilenceinsuburbia, via toastedcoconut)

     

  12. UMA ESTAÇÃO DE ALTA TENSÃO, OS LUCROS DA CML E O DEBITO DOS MORADORES

    Nos últimos anos, a EDP e a Câmara Municipal de Lisboa têm vindo a negociar a cedência de terrenos na cidade para a instalação de estações e sub-estações de electricidade.

    Uma dessas novas prometidas sub-estações de electricidade localiza-se na estrada e descampado que os lisboetas conhecem quando circulam de carro entre o Campo Pequeno/Olaias e a Paiva Couceiro, no sítio onde outrora se situava a Quinta da Curraleira.

    O ainda descampado, esteve muitos anos sob a égide do Plano de Urbanização do Vale de Chelas, a ser implantado em quatro fases que previa, no seu traço final, a existência de mais urbanizações, parques e outros equipamentos públicos.

    Pela crise financeira da CML e uma série de outros factores, o Plano nunca passou da sua fase zero, aquela que previa o realojamento dos moradores, construção da estrada e nova edificação de uma sede de Junta para São João ( o que nunca veio a acontecer).

    Apesar de nunca ter passado da fase zero, a existência do Plano foi o argumento utilizado pela CML, consecutivamente e durante mais de uma década, para a não instalação no terreno dos equipamento exigidos e carenciados pelos moradores locais.

    A assinatura do protocolo com a EDP/REN parece pôr término à exigência de execução do Plano e instala a apenas 50 metros de edifícios de habitação social  uma estação de alta e muito alta tensão de electricidade, sem a exigência de estudo de impacto ambiental, sustentabilidade e saúde pública. Para além de vários edifícios de habitação, a estação de alta e muito alta tensão  fica também na proximidade de equipamentos colectivos (como creches, por exemplo).

    Em troca, a CML recebe dinheiro pela parcela e um compromisso de arranjo urbanístico por parte da EDP no valor de 280 mil euros.

    Os moradores mobilizam-se para esclarecimentos através de uma petição pública que pode ser lida e assinada aqui:http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74184

    As contrapartidas EDP/REN/CML podem ser consultadas aqui:  http://www.cm-lisboa.pt/municipio/camara-municipal/reunioes-da-camara/arquivo?eID=dam_frontend_push&docID=6362

     
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