1. Exclusive gated communities are springing up across Istanbul, but how are they shaping the social fabric of the city?

     

  2. I
     
    De Arroios, nascido e criado, perto da sua fronteira, como convém, para travessias e transgressões. Ficam para trás as transformações aceleradas da Baixa, fica a distância e o espaço de racionalização criado, para ainda olhar para ela com preocupação. Ainda assim, solidário com a psicose dos que ficam.

    De volta ao Purgatório (deixo à vossa estima decidir onde pára o céu e o inferno desta cidade), talvez por dois anos, o tempo que agora demora a cavalaria a bater à porta, até ter que subir: duas, quatro, seis, estações de metro, até a linha extinguir-se.

    II


    Porta para Oriente; ligação entre o planalto e a parte baixa da cidade; intersecção entre povo, aristocracia e burguesia; Arroios é transição e, para que não haja repetições: um espaço de purificação ou castigo temporário


    Para os mais distantes, o sítio era pouco mais do que o Convento de Nossa Senhora da Conceição, onde se afirmava ou negava o bacilo de Koch. Os de cá, percebem como a caminho de Sacavém pariu-se a Morais Soares, alguns lembram-se das consequências póstumas de Ressano Garcia, da migração dos ciganos da Calçada do Poço dos Mouros para o Alto Varejão,  das homenagens pagas pela República do Chile, da fuga do Neptuno para a Estefânea .
     
    Há ainda quem tenha visto o filho do Sr. Taveira, agulheiro da Carris do Arco do Cego, a cirandar todo de branco que nem herói pelos salões de jogos de Arroios, e a conspirar com os amotinados da Casa de Estudantes do Império contra o regime. E talvez por isso, as mãos de Tomás, mais do que uma promessa no bilhar, tridimensionaram  parte da cidade de Lisboa. 
     
    Responsabilidades de Arroios?
     
    Ribeira esquecida que desagua num golfo agora inexistente, Arroios não perde seu nome, não lhe acontece como ao sítio onde se depositava a Palha Vã da cidade, por mais homenagens que ofereçam. Tem demasiada cultura própria.
     
     

  3. Para todos os que questionam o futuro de Lisboa, e acham que o mesmo depende da actividade turística, aconselha-se o visionamento de Bye Bye Barcelona; um documentário que expõe as alterações da vida quotidiana de Barcelona, uma cidade economicamente dependente do turismo.

    Bye Bye Barcelona es un documental acerca de una ciudad y su relación con el turismo, acerca de la difícil convivencia entre Barcelona y los barceloneses, y el turismo y los turistas. Es un documental que expone, de la mano de algunos de sus residentes, los graves efectos que tiene el turismo masivo en la ciudad condal. Es un documental que puedes ver entero, o por capítulos y a tu ritmo, y que no pretende otra cosa que servir de contrapunto a la tan repetida idea de que con el turismo ganamos todos. Este es un documental sobre lo que perdemos. 

    // www.byebyebarcelona.com //

     

  4. SEXUAL REAL ESTATE

    In ‘Sexual Real Estate’, Nana Yaa has returned to Accra and is searching for an apartment. In doing so, both her and her friends learn more about their needs and wants and who they truly are. 

     

  5.  

  6. International Conference on Digital Intelligence (Nantes): call for papers

    Digital Intelligence 2014 (#di2014) is a new international scientific and interdisciplinary conference dedicated to digital society and cultures. The challenge is to bring together researchers from various disciplines (ICT, humanities, biology & health…) in order to discuss and contribute to shape a new scientific and cultural paradigm.

    I am involved as a member of the Program Committee in the smart cities area, chaired by Stéphane Roche (Department of Geomatics, Université Laval - Québec, Canada). Here you can find the call for papers in case you want to submit a paper.

    (Source: humanscalecities)

     

  7.  


  8. Former Yugoslavia has always been a breeding ground for conflict. Architecture played a big role at many turning points in the history of this area, both in the decades after the Second World War and during (and after) the Yugoslav War.

    […]

    Architect and urban planner Bogdan Bogdanović (1922 – 2010), originally from Belgrade, was one of the architects who designed these monuments. During the same period that he built and designed these monuments (1960 – 1980), he wrote 18 books and over 500 articles mostly on subjects like ‘the death of the city’, ‘the city in history’, ‘critique of the modern city’ and ‘utopias’. Besides that he taught at the architecture faculty of the University of Belgrade, served as mayor of Belgrade from 1982 until 1986, and during the 1990s fought against the ‘ritual killing’ of cities. He spent his whole life studying the rise and demise of cities, visiting many of them at the point that they were in ruins (some examples are Gdansk, Lviv, Arnhem, Rotterdam, Novgorod, Lubeck, Rouen). Bogdanović regarded cities as people, believing that each city had its own soul for which legibility and historical layering is important. He believed that when a city ceased to be legible, it was questionably no longer a real city, leading to its eventual actual demise.

    […]

    What is so special about these monuments is that they never represent the present, but always the past, the future or -as is the case with Bogdan Bogdanović- the eternity. Currently, in the present, the demolished cities that were described earlier employ architecture as continuation of the battle instead of rebuilding a city after the battle. Nowadays the monuments that are located within these destroyed cities are one of the few places that offer legibility and reflection (societal and historical). This makes them extraordinary places because destroyed cities are places where everything is burdened with tensions, and where truths and meanings are imposed. These cities do not have any counter-places. No places where culture and society are both represented, contested and turned upside down. This makes that the monuments can still fulfill an important role in the destroyed cities. A role that is perhaps even more important than the one these monuments used to have in the past.

    Arna Mackic

    (Source: stressfm-feed)

     

  9. In the 1970s, New York City was in grave fiscal crisis. Many in the middle class fled the city for the suburbs, deepening the city’s debt by the loss of their tax dollars. In 1975, the crisis reached a near breaking point, the cash-strapped city flirting dangerously with defaulting on its debts, which would have led to bankruptcy. Services were slashed, public-sector employees laid off; the city’s corporate and financial interests succeeded in rolling back the New York working class’s power.

    These service cuts, unsurprisingly, were felt most acutely in working-class neighborhoods populated primarily by minorities such as the Lower East Side. Those who couldn’t afford to move to the suburbs (or, indeed, who would choose not to) were faced with severely reduced trash pickup, slower fire department response times due to closed stations, and limited public transit service.

    On the Lower East Side, bank disinvestment exacerbated the already dire situation. Landlords, unable to refinance their properties due to redlining, abandoned buildings, some starting fires in an attempt to claim insurance money. These buildings became property of the city, entering in-rem forfeiture due to unpaid taxes. The city created the Department of Housing Preservation and Development (HPD) to manage the buildings, which were warehoused empty rather than repaired and returned to the housing market — leaving a tremendous amount of housing stock vacant even as the numbers of the homeless grew.

    &

    The Struggle for Space: lOYears of Turf battling on the Lower East Side

    by Sarah Ferguson 

    &

    Tompkins Square Park Riot

     

  10. No relatório da UN Habitat, no “prospery index”, lisboa situa-se no segundo escalão: “solid prospery factors” (o primeiro escalão:”Very solid prospery); destacando-se pela positiva o Infrastructure Development Index e pela negativa o Equity Index; piores valores. neste index só na Cidade do México, São Paulo e Moscovo.

    Ler o relatório completo aqui:http://sustainabledevelopment.un.org/content/documents/745habitat.pdf

     


  11. Mas há vendedores que se queixam da quebra no movimento desde que a operação foi anunciada e moradores que temem pelo fim das festas que todos os fins-de-semana arrastam multidões vindas de favelas pacificadas – um baile funk até agora organizado pelos traficantes e um forró que todos os sábados junta nordestinos a viver na cidade. “Minha preocupação é essa, mais nada. Para nós é muito importante. É o meu ganha-pão. Trabalho aqui há mais de 25 anos, e se não houver mais forró com a ocupação, isso vai-me afectar”, lamentava-se o dono de quiosque no Parque União, uma das 16 favelas do complexo.
    — 

    Sobre o fim da economia real no Complexo da Maré após a ocupação polícial de ontem.

    in http://www.publico.pt/mundo/noticia/policias-e-militares-ocupam-mare-mar-de-favelas-a-entrada-do-rio-1630336

     

  12. A situação de um grupo de famílias em Setúbal que ocupou uma antiga fábrica.

     

  13. "Happy in RIO", a satirical video that shows current transformations of Rio de Janeiro

     


  14. Construir um Hotel na Baixa de Lisboa dá Direito a Prémio

     

  15. Bairros de Amadora juntam-se para dizer basta!