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  4. Alguns aspectos da vida urbana na Ilha do Sal. Santa Maria é a sua principal Vila piscatória, enquanto Espargos é o principal centro económico da ilha com um mercado importante.

    Ambas com menos de dez mil habitantes, são os locais de escape aos resorts da Ilha que, pela presença turística, tem um custo de vida muito superior à média nacional.

    Uma reportagem fotográfica de Sérgio Oliveira, AQUI:

    http://photo.stress.fm/tagged/em%20cabo%20verde

     

  5. Desenvolvimentos do URB, itinerâncias da construção colectiva de uma mini-série de ficção para TV: AQUI (Pendão, Bairro da Cruz Vermelha, Adroana, Talaíde/Navegadores, Moinho das Rolas)

     

  6. Loja de ferro velho do Sr. Mota na Rua de Campolide nº10. Aquisição e transformação de materiais. 

     

  7. ”- Bem-vindo à cidade neoliberal!” comentava o lugar do morto ao bater com a porta enquanto o gesto ainda ecoava pela localidade. Era o seu primeiro olhar à Quinta da Marinha.

    Não era uma afirmação ingénua. Sabe-a toda neoliberal, mas o instinto do olhar diz que sítios como aquele reforçam a sua existência.

    Autoking, drive in e farmadrive cenários para drive by. Muros, por vezes como arbustos.  Nada é acessível à rua e em tudo entra-se para dentro (passe a expressão): restauração, farmácia, mercearia do cão. A rua é uma estrada onde não cabem passeios, um asfalto bem educado onde transitam carros desportivos baixos e SUV´s altos, sorriem para os jogs enquanto estes ultrapassam indiferenciadamente os únicos transeuntes: mulheres negras, sozinhas numa paisagem monótona, serviçais dos baixos e dos ALTOS.

    Eskravatura ka ta caba (…) muda só di nomi

    Papa Reformas aqui, é sinónimo de adolescência, versão segura e endinheirada do que antes era uma BW´s ou uma DT. Transportes perdem-se no tempo, nas horas, no preço, na distância e no espaço; servem as sozinhas. E de vez em quando o SEF também visita a estância, pára a Scotturb e revê documentos. Mas cuidado que as coquetes podem mexer-se contra o Estado por lhes atrasar a lide.

    Doutos paternais, co-testemunhos do PREC, contaram-me da tomada das casas pelos pescadores da Areia. A primeira surpresa: frigoríficos nos quartos, a segunda? O que guardavam. Não víveres mas casacos de pele. À época, no autismo da regalia, seus proprietários apenas temiam as traças. As traças voltaram, são esses, os medos contemporâneos, mais nada.


    #narrativadacidade

     

  8. "Demolindo sórdidos casarões de que já ninguém se lembra, apesar da nossa racial tendência conservadora e saudosista".

    Atenção, não há lugar neste post a qualquer exercício nostálgico por uma Lisboa dos anos 40, nem o apanágio por qualquer tipo de vida que porventura o documentário promove.

    António Lopes Ribeiro concebe e narra “Lisboa de Hoje e de Amanhã” com o condão pleno do Estado Novo, propagandeando o devir humilde de uma forma de vida da família portuguesa: subserviente, cuidadosa apesar das dificuldades, distinta do mundo de uma certa e natural maneira de ser português em cidade.

    Por todos esses predicados, o documentário é um razoável arquivo histórico. Para além disso, sasseia os curiosos na historia de Lisboa ao mostrar visualmente muitos dos acontecimentos que ainda hoje urgem como discussão sobre essa cidade, políticas e opções.

    A criação dos bairros sociais do Caramão da Ajuda, Liberdade/Serafina; a higienização da Mouraria através de demolições e a nova Praça do Martim Moniz; os inícios do Bairro de Alvalade, a Praça João do Rio e o Areeiro como raiz de uma nova monumentalidade para uma cidade até então arquitectonicamente pobre; o Aeroporto. É só escolher.

    Um documentário de atributos e pleonasmos onde por nem uma vez aparece a miséria que assolava a Lisboa dos anos 40. 

     

  9. Realizada anualmente em Cannes, a maior feira do imobiliário do mundo - MIPIM - onde banqueiros, especuladores e municípios negociam grandes parcelas de terreno, cidades inteiras, de forma pouco democrática e ultrapassando os anseios de quem nelas mora; chega pela primeira vez a Londres. 

    A cidade prepara-se para a receber com manifestações e conversas, uma iniciativa da Radical Housing Network.

     

  10. O livro procura várias visões sobre a metrópole contemporânea. São dez que pretendem densidade critica, visões não homogenizadas ou totalitárias que permitem pensar o espaço urbano e suas possiveis construções. Podiam ser outras dez, mas são as de: Francis Alys, Wong Kar-Wai, Gilbert & George, Rogelio López Cuenca, Thom Anderson y Ed. Ruscha, Michael Haneke, Gregory Crewdson, Gus Van Sant, Andreas Gursky e Jil Zhang-Ke.

    Download e consulta: AQUI.

     

  11. Portugal telecom map

    Analysis of telecom data globally (shown above for Portugal) shows the extent to which communications networks (at left) may correspond to existing political or geographic regions (represented at right).

    Image: MIT Senseable City Lab

    (Source: mapsontheweb)

     

  12. "Tourist, shame on you": Disaster tourism in the aftermath of Hurricane Katrina.

    By Lisa Wade PhD

    When tourists returned to New Orleans after Hurricane Katrina, there was a new site to see: disaster.  Suddenly — in addition to going on a Ghost Tour, visiting the Backstreet Cultural Museum, and lunching at Dooky Chase’s — one could see the devastation heaped upon the Lower Ninth Ward.  Buses full of strangers with cameras were rumbling through the neighborhood as it tried to get back on its feet.

    A sociology major at  Michigan State University, Kiara C., sent along a photograph of a homemade sign propped up in the Lower Ninth, shaming visitors for what sociologists call “disaster tourism.”

    Disaster tourism is criticized for objectifying the suffering of others.  Imagine having lost loved ones and seen your house nearly destroyed. After a year out of town, you’re in your nastiest clothes, mucking sludge out of your house, fearful that the money will run out before you can get the house — the house your grandmother bought and passed down to you through your mother — put back together.

    Imagine that — as you push a wheelbarrow out into the sunlight, blink as you adjust to the brightness, and push your hair off your forehead, leaving a smudge of toxic mud — a bus full of cameras flash at you, taking photographs of your trauma, effort, and fear.  And then they take that photo back to their cozy, dry home and show it to their friends, who ooh and aah about how cool it was that they got to see the aftermath of the flood.

    The person who made this sign… this is what they may have been feeling.

    Photo credit: Daniel Terdiman/CNET News.com; found here.

    Lisa Wade is a professor of sociology at Occidental College and the co-author of Gender: Ideas, Interactions, Institutions. You can follow her on Twitter and Facebook.

    (Source: socimages)

     
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  14. Eve - So this is your worldliness? Detroit.

    Adam – Everybody left.

    Eve – What´s that?

    Adam -  Its the Packard fabric, Where they once built the most beautifull cars in the world. Finished

    Eve – But this place will rise again. There´s water here. When the cities in the south are burning, this place will bloom.

    DETROIT

     

  15. Várias famílias habitavam há mais de um ano os espaços comerciais do abandonado edifício da Voz do Operário em Arroios. Hoje, com a ajuda da polícia foram desalojadas. Houve resistências mas também resignação. Dizem, que a algumas, foi-lhes “arranjado” um quarto. Não se sabe é em que condições.

    Para o resto do dia, sobra à ruína a companhia dos funcionários da Junta de Freguesia de Arroios, que a oficializa, com tijolo e cimento.